Durante muito tempo, a propaganda viveu de um modelo unilateral: marcas falavam, pessoas ouviam. Comerciais na TV, anúncios em revistas, outdoors na esquina.
Mas o mundo mudou — e o consumidor também.
Hoje, ninguém se conecta com frases prontas ou imagens perfeitas. As pessoas querem sentir, viver e acreditar. Querem experiências multissensoriais que provem, na prática, que a marca é aquilo que diz ser.
Essa não é uma tendência passageira. É a revolução silenciosa do branding emocional.
O futuro das marcas é ser vivido, não apenas visto
O novo posicionamento de marcas não é sobre falar mais alto, e sim sobre criar vivências capazes de transformar percepção em emoção, e emoção em vínculo.
E as tendências mais fortes apontam para isso:
1. Autenticidade e propósito: o que se vive, não o que se diz
Marcas transparentes sobre seus valores e impactos conquistam confiança real.
Na exposição BioOCAnomia Amazônica, no SesiLab Brasília, o público foi convidado a mergulhar na Floresta Amazônica e refletir sobre a necessidade de preservá-la por meio de obras de arte, jogos e cenários imersivos. Não era um discurso; era participação ativa.
2. Sustentabilidade e impacto social: ação que se toca
Falar de meio ambiente é simples; criar uma experiência que gere impacto é outra história.
No projeto Chico Bento e os Guardiões da Natureza, na Oca do Ibirapuera, cada interação com as instalações interativas estimulava a reflexão sobre a preservação ambiental, o uso consciente da água e a importância da coleta e tratamento de esgoto. O visitante saía sentindo-se parte da mudança.

3. Diversidade e inclusão: quando todos são protagonistas
Representatividade não é só aparecer na imagem, mas ser vivida na experiência.
No Museu Olímpico, no Rio de Janeiro, cada visitante recebe uma pulseira ou cartão QR Code que acompanha toda a visita. Assim, cada interação é personalizada — e todos têm seu momento de glória.

4. Personalização: tecnologia com afeto
Dados e inteligência artificial não precisam afastar; podem aproximar.
Na exposição Peppa Pig Pelo Mundo, cada criança explora os países à sua maneira, interagindo com sons, aromas e projeções imersivas. A experiência é única para cada visitante — e inesquecível para as famílias.
5. Conteúdo vivo: reposicionamento que se sente
Quando uma marca se reposiciona, a experiência é a forma mais poderosa de fazer com que as pessoas entendam — e lembrem.
Em uma parceria entre YDreams Global e o escritório de arquitetura Pitá, a sede do Nubank, em São Paulo, foi transformada em um espaço imersivo que traduz seus valores, história e cultura de forma envolvente e memorável. Cada ambiente foi pensado para provocar descoberta e conexão — muito além do convencional.
O que isso prova sobre o branding emocional
O futuro das marcas está no que elas fazem sentir.
O volume de mídia pode até comprar atenção momentânea, mas só experiências multissensoriais constroem memórias duradouras.
Na YDreams, criamos vivências phygitais que unem físico e digital, arte e tecnologia, emoção e estratégia — transformando presença em memória e memória em valor real de marca.
Porque marcas que emocionam permanecem.
As outras… desaparecem.
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